terça-feira, 21 de dezembro de 2010

AMC: Amor e Solidariedade

Ao longo do ano, a AMC se dedicou ao próximo com inúmeras ações sociais


Nesta época do ano, a emoção toma conta de muitas pessoas que, sensibilizadas com a situação difícil do próximo, procuram fazer caridades, visitando orfanatos, asilos e efetuando doações de brinquedos, roupas, alimentos e até de dinheiro. A preocupação é válida, afinal, um dos principais ensinamentos do Senhor Jesus foi exatamente esse: amar ao próximo com a si mesmo. Porém, para muitos, o espírito caridoso tem um fim junto com o final da época festiva.

Já para as voluntárias da Associação de Mulheres Cristãs (AMC) a época de fazer o bem aos necessitados nunca termina. Durante o ano de 2010, o grupo realizou inúmeras ações sociais, levando esperança e solidariedade aos necessitados. Por diversas vezes, elas foram ao asilo “Raiar do Sol”, na zona sul da capital paulista, onde efetuaram doações e promoveram festas para arrecadar fundos, com a participação de artistas, atletas e cantores. 

Em visita a Abads, instituição que existe há 60 anos e atende mais de 700 crianças e adolescentes com deficiência intelectual, a AMC distribuiu brinquedos pedagógicos.  

Na Fundação Casa foram muitos os trabalhos realizados. A equipe levou esperança aos internos anunciando a Palavra de Salvação por meio da distribuição de bíblias e de depoimento das integrantes da associação.

O orfanato, "Lar do Betinho", que existe há 30 anos e abriga 89 crianças e adolescentes portadores de deficiências físicas e mentais, sendo alguns abandonados pelos familiares, também recebeu o carinho das voluntárias da AMC, que se uniram e compraram 3 cadeiras especiais para as crianças que se encontravam mais necessitadas (foto ao lado).

Uma das últimas ações realizadas pelo grupo aconteceu no dia 11 de dezembro, quando elas se reuniram com os moradores do bairro Jardim Planalto, na cidade de Carapicuíba, zona oeste de São Paulo, para realizar um lanche da tarde e distribuir às famílias carentes 100 cestas com aves e panetones, para as festas do final de ano. Além disso, elas prepararam também kits de higiene pessoal para o uso diário.

Para a Presidente da AMC, Rosana Oliveira, o amor existente dentro do coração de cada voluntária é o que permite que o grupo ajude tantas pessoas. “O verbo dar passou a reger as nossas vidas diariamente. Muitos pensam que pessoas envolvidas em projetos em que a solidariedade é prioridade, têm tempo sobrando ou que são pessoas extremamente bem-sucedidas financeiramente. Mas não é verdade, pois temos encontrado apoio e ajuda em pessoas altamente comprometidas com o tempo e muitas que não são extremamente bem-sucedidas financeiramente, mas que reconhecem que a felicidade é muito maior para quem dá do que para aquele que recebe. Doar é ceder gratuitamente”, explica Rosana. 

A psicóloga, Rita de Cássia Dantas (foto ao lado), é uma das voluntárias da AMC que se empenha em ajudar quem precisa. Porém, ela reconhece que se não fosse alguém doar um pouco do tempo que tinha para ajudá-la, ela não estaria hoje realizando ações em favor do próximo. 

Ela relata que, há alguns anos, sofria de depressão a ponto de não querer ver ninguém. “Eu estava muito debilitada, doente, depressiva. Comecei a me fechar em meu mundo, durante três meses, eu fiquei dia e noite em um colchão na sala de casa, em frente à televisão só dormindo. Sentia muitas dores pelo corpo e fui diagnosticada com fibromialgia, uma doença sem cura que enfraquece os ossos”, lembra.

Um dia, ao ouvir programa de rádio da Igreja Universal do Reino de Deus ela recebeu forças para sair da prostração e decidiu ir até à Igreja. Desde então, Rita começou a ver os resultados na vida dela. Ela fez novos exames e a doença havia desaparecido. “Eu não sinto mais dores, nem depressão. Comecei a lidar melhor com a minha ansiedade, comprei um apartamento de dois andares, tenho outro apartamento no Rio de Janeiro, carro e imóveis alugados. Deus é maravilhoso, ele trouxe à existência aquilo que não existia", testemunha.

Por ter experimentado o Poder de Deus na própria vida, Rita se diz realizada em poder se dedicar ao próximo como voluntária da AMC. “A cada evento que eu participo, a cada visita nas instituições eu me sinto renovada, sabendo e tendo a responsabilidade de que estou fazendo um pouquinho a cada dia”, finaliza.

Terça-feira: Dia da cura espiritual

Arnaldo conta que ficou 15 dias em uma cadeira de rodas por causa de uma cirurgia na cabeça e, após oração de fé, ele começou a andar

Às terças-feiras, na Sessão do Descarrego, em todas as Igrejas Universal do Reino de Deus, são feitas orações fortes de cura e libertação.

No Templo Maior de São Paulo (SP), quem está a frente deste trabalho de limpeza espiritual é o pastor Jacob Ferreira. Recentemente, durante uma reunião, ele entrevistou o Arnaldo que,  após ter feito uma cirurgia na cabeça para a retirada de tumor, ficou com o lado esquerdo do corpo paralisado, tendo que ficar 15 dias na cadeira de rodas sem poder andar.

O vídeo mostra que o pastor fez uma oração por ele e, na mesma hora, Arnaldo levantou da cadeira de rodas e andou, subindo e descendo a escada da Igreja, fazendo movimentos que antes não fazia. Acompanhe:



Se você está sofrendo com alguma doença, saiba que Deus tem o poder de dar um fim ao seu sofrimento. Participe da Sessão do Descarrego, que acontece às terças-feiras na Igreja Universal do Reino de Deus.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Grandezas de Deus

Participe da Vigília das Grandezas de Deus, nesta segunda-feira, e receba a direção de Deus para sua vida financeira

Acompanhe a matéria que mostra depoimentos de pessoas que um dia sofreram com problemas financeiros, mas, participando da Vigília das Grandezas de Deus, que acontece todas as segundas-feiras, às 22 horas, no Templo Maior de Santo Amaro, na Avenida João Dias, 1800 e em todas as catedrais principais do Brasil, conquistaram uma vida de qualidade. Confira estas histórias de sucesso:

sábado, 18 de dezembro de 2010

União feliz

Neste sábado (19), bispo Edir Macedo e dona Ester completam 39 anos de casados, com um relacionamento repleto de amor e respeito


Felizes por estarem completando suas bodas de mármore, o que corresponde a 39 anos de casados, o bispo Edir Macedo e a esposa Ester Bezerra falam em entrevista sobre os principais ingredientes para um relacionamento bem-sucedido.

São 39 anos de casados. Vocês chegaram às bodas de mármore.  O mármore é sólido e a relação de vocês também. Como foi a construção deste relacionamento através dos anos?
Quando a gente casa é uma maravilha. E nós nos casamos pela fé, pois namoramos, noivamos e casamos em oito meses. Não tínhamos muito conhecimento um do outro, nos casamos em condições desvantajosas devido à situação econômica, mas casamos e vivíamos muito bem, nosso relacionamento era maravilhoso. Combinávamos direitinho, não tínhamos problemas, mas quando nasceu a Cristiane, nossa primeira filha, que era muito linda, a Ester ficou dividida e aí começaram os problemas, pois fiquei em segundo plano e senti muito. Neste período começou a nossa fase de adaptação, porque até então tudo estava indo tudo bem. Considero este momento uma parte de nossa adaptação. A outra ocorreu quando a Viviane, nossa segunda filha, nasceu. Ela nasceu doente, com lábio leporino, foi uma etapa difícil. Mas a Viviane nos trouxe amadurecimento, foi um período em que nos unimos, juntamos nossas forças. Nosso relacionamento melhorou muito a partir dali e aquelas diferenças infantis por parte de ambos foram sanadas por conta daquele problema que estávamos enfrentando. A partir dali sempre tivemos bons momentos.

Não tiveram mais momentos ruins?

É claro que não posso afirmar que tudo foi 100%, pois nunca são 100%; são duas cabeças e duas cabeças são duas cabeças!  Mesmo que os dois tenham o Espírito Santo, são pessoas diferentes e para conciliar o gosto de ambos é difícil.

Vocês não têm gostos parecidos?
Nossos gostos são bem diferentes. Ela gosta de frio e eu gosto de calor. Ela gosta de ar-condicionado, eu odeio. Ela gosta de arroz soltinho e eu de arroz ‘papa’. São muitas bobagens, mas que nunca fizeram diferença, pois sempre nos demos muito bem.

O que foi mais difícil para vocês no início?
No nosso caso, o problema foi em relação à família. Quando estávamos sozinhos era uma maravilha, mas quando chegavam meus parentes...  Se alguém falasse algo que a Ester não gostava, aí começava o problema, as divergências de opinião, os atritos. Eu era muito ligado à minha mãe e se alguém falasse algo a respeito dela era briga comigo na certa! Quando casamos, a mulher torna-se a mãe e o marido o pai da mulher, mas até chegar a esse nível de consideração, como substitutos do pai e da mãe, pode se passar por esses percalços dos desentendimentos. Com o tempo isso foi superado, até pelo fato de estarmos na obra de Deus, distantes da família. Eu agi errado em relação à minha família, pois num relacionamento, quando entra alguém no meio, é complicado.  

Somente o amor sustentaria esse relacionamento?
Eu não tenho nenhum receio de falar o seguinte: eu amo a Ester, sempre amei, mas primeiro eu amo o meu Deus. Por esse temor a Ele, respeitamos o relacionamento, a outra pessoa com quem fizemos uma aliança. Se Deus não estivesse no nosso meio, o amor poderia ajudar muito, mas não seria suficiente. O nosso relacionamento seria bom, mas tenderia a se desgastar. Se não houver o Espírito Santo, que é a peça fundamental numa união, é impossível a relação dar certo. Casamento é algo difícil, até por conta das facilidades. Muitos, mesmo amando, não conseguem fazer sacrifícios. Se não houver Deus no meio, a cola entre os dois, haverá a terceira pessoa porque até o relacionamento deteriora. Eu a amo, mas se não fosse o Espírito Santo, o temor a Deus, a presença dEle, o casamento não teria estrutura para resistir às facilidades que o mundo oferece.

Na época em que o senhor decidiu que ela seria sua esposa, que fatores contaram mais?

O fato de ela ser temente a Deus, pois eu sabia que se ela não fosse temente, na hora das dificuldades e diferenças não iria suportar e eu não ficaria com ela. Veja como Deus é de suprema importância. Eu sabia que se cassasse e se a pessoa não mostrasse que era de Deus, eu não seria fiel. Se eu não me casasse com uma mulher de Deus, minha salvação, que é o mais importante, estaria em risco. Eu já tinha namorado muitas moças e não tinha encontrado nenhuma jovem que tivesse de acordo com a minha fé. Quando a conheci, eu já procurava há 7 anos uma pessoa para compor uma família.

As dificuldades financeiras nos primeiros anos de casamento afetaram o relacionamento de vocês?
Os problemas financeiros são cruciais e podem afetar o casamento. Quando conheci a Ester, ela vinha de uma frustração, de um problema grave. O pai dela, que era um homem rico, perdeu tudo da noite para o dia, isso chocou muito a ela e a família toda. Deixaram de morar numa mansão para morar numa casa simples. Eu nunca passei por isso, pois minha família nunca foi rica, mas nunca nos faltou nada. Esse tipo de problema não me atingia, mas entendia o lado da Ester. Quando nos casamos, vivíamos contando as moedinhas para comprar as coisas e muitas não podíamos comprar. Era uma vida muito limitada, mas isso não abalava em nada o nosso relacionamento; pelo contrário, ficávamos cada vez mais unidos. Ela não era exigente, sabia das minhas condições.

Dona Ester – Por causa das dificuldades, ficamos mais unidos. Muitas vezes, eu sentia vontade de comprar algo, comer algo, falava com ele e depois me arrependia, pois sabia que ele não tinha condições. Mas conversávamos muito, fazíamos conta do que tínhamos para pagar.

É verdade. Sentávamos um do lado do outro no banheiro e conversávamos sobre as finanças. Estas dificuldades eram vivenciadas por nós dois, ninguém sabia de nada. E isso aconteceu após o nascimento das nossas filhas, pois antes não tínhamos estes problemas. Vivíamos de forma regrada, mas não passávamos necessidades.

O nascimento de suas filhas foi motivo de alegria para vocês? Elas foram planejadas?

Quando Ester me disse que estava grávida da Cristiane, fiquei muito chateado e falei para ela! Não foi planejado. Eu fazia de tudo para evitarmos a gravidez. A Ester tomava anticoncepcionais e passava mal e eu fazia minha parte, usava camisinha. Depois veio a Viviane e aí eu tive que trabalhar mais. Saía de casa, ia trabalhar pela manhã no IBGE, depois numa outra empresa pública, depois ia dar aulas particulares de matemática e ainda ia para a faculdade. Chegava em casa 11 e meia da noite. 

Costuma-se falar nas chamadas crises conjugais: dos 7, 10, 20 anos... O senhor acredita nisso? Vocês passaram por algum momento desses?
Para quem é de Deus, não existe crise, mas isso é uma realidade. Os 7 anos realmente são muito difíceis.

O senhor falou da interferência de sua família no relacionamento de vocês. Pode falar um pouco mais sobre isso?
Quando casei, tinha 27 anos e a Ester, 22; era muito inexperiente. Não fui orientado pela minha família, nenhum pastor me orientou de que qualquer interferência familiar em nosso relacionamento deveria ser evitada. Se eu tivesse sido orientado, não teria vivido problemas com a Ester. Eu considerava muito minha família, especialmente a minha mãe, e aí vieram os problemas. Quando casamos, temos que sacrificar; se você não sacrifica, então não está se casando e, sim, se amigando. Esta é a nossa política: casou? Continue tendo respeito pelos seus pais, mas o primeiro em sua vida é seu(sua) esposo(a)!

Qual a importância do sexo num casamento?
Acho que a importância é 100% e deve ser considerado por todos os casais. No início de um casamento, o sexo é o fundamental, mas para o casal de meia idade, já não é a questão mais importante, pois existem outros valores. O sexo ainda é fundamental e sempre será, mas existem outros valores que foram cultivados com o tempo, como a consolidação do amor, o companheirismo, a intimidade, entre outras virtudes.

O senhor aconselha casamento entre pessoas muito jovens?
Aconselho, pois acho que quando o casal se une cedo tem a oportunidade de se conhecer mutuamente e isso é saudável. Eles terão experiências ricas que poderão dividir juntos.

Quem é mais romântico?
A Ester sabe o quanto a amo e demonstro isso em atitudes. Por exemplo, não gosto de ficar sem ela por perto. Realmente nos completamos, somos muito companheiros. Demonstro meus sentimentos com minhas atitudes de zelo e atenção para com ela.

Dona Ester – Eu sou muito romântica, carinhosa, gosto de demonstrar isso. Já mudei várias questões para agradá-lo. Ele prova o seu amor com atitudes, carinho.

E a questão da fidelidade no casamento de vocês?

Sempre disse a Ester que o que sustenta o nosso casamento é o temor a Deus, pois se eu não considero uma pessoa que vejo, como considerarei a que não vejo? Por isso a importância de escolher a pessoa certa. Nós comungamos a mesma fé. Nosso casamento foi dirigido pelo Espírito Santo, não pelos homens.

Vocês estão sempre rodeados de pessoas. O que gostam de fazer quando estão sozinhos? O que compartilham juntos?
Eu e Ester vivemos uma vida simples. O que mais gosto de fazer é ficar em casa com ela, os dois sozinhos. Minhas filhas casaram e hoje temos tempo para conversar, estar perto um do outro. Não gostamos de sair, jantar fora, nada disso.

Dona Ester – É verdade. Aliás, sempre que saímos, ele reclama, pois apesar de apreciar pratos simples, é exigente, gosta de comida bem feita. Sempre que saímos, ele reclama (risos)

O senhor tem duas filhas casadas que sempre comentam o exemplo dado por vocês.  Como foi a orientação sobre sexo e casamento para elas?
Sempre muito direta, sem rodeios. No dia do casamento delas, antes de eles colocarem as alianças, eu disse às duas:

“Ele agora é o seu marido, o primeiro, antes de mim ou de sua mãe. A partir deste momento, saímos da vida de vocês.”  Elas colocaram este ensinamento em prática, são caxias. Às vezes, até queremos ficar um pouco mais de tempo com elas, mas vão embora, pois sabem do papel delas. Este foi o grande ensinamento que passei para elas e que não tive. Tanto os meus genros como minhas filhas cuidam uns dos outros, por isso, vão criando laços, se solidificando cada vez mais.

Nestes 33 anos de Igreja Universal, o senhor foi “cupido direto” de muitos casais. O senhor lembra-se de alguma “indicação” sua que deu certo? 

É verdade e são vários casamentos. Lembro do bispo Marcus Vinicius e da Ângela. Ele era um rapaz forte, fazia fisioterapia, chamava atenção. Ela era uma jovem dedicada, sempre na igreja, não era um modelo de beleza, ao contrário dele. Lembro que conversei com ele sobre isso, destacando que ela era uma pessoa de Deus e que a beleza um dia se deteriora. Ele não aceitou inicialmente meu conselho, dizia que ela não era o tipo dele. Mas Deus os abençoou e eles acabaram se casando.

Mas a beleza não é importante?
É importante, sim, mas acaba. Muitas pessoas casam olhando o material, a beleza exterior, mas isso acaba. Para você ser feliz, tem que ter paz e para isso tem que estar casado com uma pessoa que compreenda você, seja sua companheira, cuide de você. Ele(a) tem que ser uma pessoa de Deus.

Qual a sensação de dar um empurrãozinho para fazer as pessoas felizes nesta área em que há tanto sofrimento e solidão?
Quero muito bem às pessoas que estão perto de mim. Desejo-lhes a felicidade que eu tenho. Quem é de Deus quer o bem do seu próximo.

O senhor comentou sobre as diferenças de gostos entre vocês e isso, para alguns casais, é algo extremamente conflitante. Como conseguiram administrar as diferenças?
Quando há a direção de Deus, é certa a felicidade mesmo com os problemas, as diferenças e os conflitos que possam existir. Aliás, é até bom que existam, pois é uma oportunidade para que se conheçam um ao outro. Os atritos são oportunidades para você conhecer os limites do outro.

É verdade que o senhor desistiu de casar com uma jovem faltando pouco tempo para o casamento?

Sim. Era uma jovem muito bonita da igreja que eu frequentava. Orei, teimei com Deus, até que consegui namorá-la. Fiquei todo feliz, mas faltando dois meses para casarmos, surgiram as dúvidas e o medo. Aí eu orei para que o Senhor a tirasse da minha vida! Falei com Deus para me ajudar, pois estava comprometido, numa “sinuca de bico”. Mas usei a fé inteligente e não me casei com ela! Graças a Deus, pois depois conheci a pessoa certa.

A sua posição em relação ao casamento não pode ser considerada machista?
Não e sei que Ester não acha isso. Temos a consciência dos nossos papéis e lugares. A Ester não é o cabeça, o cabeça sou eu. Ela é o corpo até o pescoço. É ela quem move a cabeça, somos um corpo, mas o Senhor Jesus é o cabeça.  Ela precisa respeitar a minha posição e eu a posição dela. A responsabilidade é mútua, uma aliança. Eu não tomo nenhuma decisão sem falar com ela, porque quero que ela concorde e ela idem. Agimos desta forma: se não concordamos em algo, procuramos rever nossos conceitos e muitas vezes ceder em favor do outro.

Na parte espiritual, no comando da Igreja, também entram em concordância?
No que diz respeito à parte espiritual, sou incisivo, pois sou o cabeça e pronto! Será o que eu determinar, pois há uma liderança espiritual. Agora, para os outros aspectos somos mais maleáveis.

Em que outra questão ela não consegue convencê-lo?
Se a Ester quiser me convencer a comer algo que eu não queira, não conseguirá, não dá, não farei sacrifício nenhum, pois nossos gostos são muito diferentes (risos).

 Um conselho para quem, mesmo diante das estatísticas de divórcio e separações, quer manter o casamento feliz.

Aconselho o que nós praticamos. Se a pessoa não tiver o Espírito de Deus, vai dar com os burros n’água, pois é Ele quem nos guia. Eu me converti aos 18 anos, namorei muitas garotas, tive muitas decepções, mesmo dentro da igreja. Namorei muitas garotas fisicamente maravilhosas, mas sabia que não daria certo. A vida de um homem depende de uma mulher, ele não pode viver sozinho, pode ter dinheiro, mas sem uma companheira será infeliz e miserável. Dinheiro, sucesso e beleza não vão resolver o problema, nada sustenta um casamento se não houver primeiro o temor a Deus acima de todas as coisas. O casamento é como duas batatas separadas. Você cozinha e no dia do casamento vem se juntar. Se não houver o leite do Espírito Santo, o purê não dá certo. O leite do Espírito Santo é que dá a liga, aí não há separação.

O seu casamento pode ser considerado um referencial?
Se o considerarmos uma verdadeira aliança, do tipo com a Divina, creio que sim.

O que mais admira em sua(seu) esposa(o)?
Ela fala pouco. Para mim, isso é uma virtude indispensável no casamento.

Dona Ester – A sinceridade. O valor que ele dá à minha presença ao seu lado em todo os momentos.

Em que momento sente ou sentiu mais a falta dela(e)?
Sinto falta dela sempre que não está perto de mim.

Dona Ester – Quando fui para o hospital ter as meninas.

O que mais o(a) incomoda nela(e)?
Nada, em especial. Não significa que ela seja perfeita. Às vezes, por conta de gostos distintos, somos teimosos.

Dona Ester – Nada, o aprecio em tudo. A minha fé é contagiada todos os dias por ele.

Quem é mais ciumento na relação?

Dona Ester – Quando éramos mais novos, era ele o ciumento.

Depois destes 39 anos, o que tem a dizer a ela(e)
Não sei viver sem você.

Dona Ester – Te amo verdadeiramente e a cada dia mais.

Vídeo "Dose mais forte"

Assista a matéria produzida pela equipe do programa "Fala que eu te escuto", da Rede Record, sobre o trabalho do grupo "Dose mais forte"

Vida após o crack

Com um trabalho incessante, o grupo "Dose mais forte" tem reinserido milhares de ex-dependentes químicos à sociedade


De acordo com levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) e divulgado no último dia 13, o crack já chegou a 98% das cidades de todo o País. A pesquisa também revelou que mais de 91% não possuem programa municipal de combate a droga e nenhum tipo de auxílio dos governos federal e estadual para desenvolver ações.

Em coletiva à Imprensa, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, disse ser necessário que haja uma união de todos para combater o avanço da droga: “Queremos conversar de forma efetiva com o governo federal para buscar uma solução eficaz, urgente, que integre a União, os Estados e os Municípios, além de mobilizar a sociedade civil. Isso precisa ser enfrentado imediatamente.”

Em julho deste ano, um estudo sobre o crack no Brasil apresentado pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, apontou que o crack representa 39% dos atendimentos psiquiátricos no Brasil. Além disso, a pesquisa mostrou que ele mata de diversas formas, tanto pelo uso prolongado, como também pelos crimes cometidos pelos usuários para conseguir a droga. 

Diante desta triste realidade, há 3 anos, o grupo Força Jovem Brasil desenvolve um trabalho voltado exclusivamente para tratamento dos dependentes químicos chamado “Dose mais forte” (foto ao lado). Com o apoio de 8 mil voluntários, o grupo, que mantém centros de ajuda espalhados por todo o País,  já recuperou mais de 80 mil pessoas por meio de palestras explicativas, orientações bíblicas, projetos esportivos, culturais e profissionalizantes.

De acordo com o coordenador do Força Jovem Brasil, Jean Madeira, a inspiração para a criação deste projeto surgiu com a leitura do relato de vida do bispo Renato Maduro, falecido no último dia 12, feito no livro “Dose mais forte”, que explica como ele, após 12 anos fazendo uso de todos os tipos de substâncias tóxicas, conseguiu se libertar do vício, tornando-se um marido e pai de família exemplar.  

O pastor também explica que o sucesso do trabalho deve-se ao método de conscientização utilizado pelos voluntários, que se esforçam ao máximo para afastar o dependente do vício. “O grupo tem transformado sonhos em realidade, pois nós resgatamos uma juventude que vive à margem da sociedade e damos a ela um futuro promissor. Neste projeto, os jovens recebem uma nova visão, estabelecem novas amizades e conquistam uma nova vida”, afirma.

Nova vida que o motorista Geidson Ferreira de Medeiros, de 27 anos, conquistou. Ele conta que, durante 10 anos, viveu viciado em maconha, cocaína, lança perfume entre outros tóxicos. Para sustentar o vício, ele começou a traficar e chegou a ser preso. “Uma vez eu levei 6 tiros por causa de guerra entre quadrilhas. Hoje estou vivo, e liberto, graças a Deus e ao projeto Dose mais forte”, relata.

Mas não são somente os jovens que são beneficiados pelo programa. Quem conversa com o funcionário público, Francisco Carlos Tavares Ferro (foto ao lado), de 42 anos, não imagina que ele foi dominado pelo crack por 4 anos. “Por curiosidade, aos 14 anos, eu conheci a maconha, o cigarro e a bebida. Mas eu queria mais e comecei a usar cocaína, chegando ao ponto de me tornar traficante apenas para sustentar meu vício”, lembra.

Em busca de algo mais forte, aos 33 anos, Francisco fez o uso do crack pela primeira vez; decisão que quase colocou fim a vida dele. “Eu era um pai presente, morava com minha esposa e meus filhos, mas a dependência ficou tão forte que eu não queria que a minha família me visse sob o efeito da droga, foi então que abandonei tudo”, relata.

Um dia, após usar a droga durante um dia inteiro, Francisco recebeu o convite para participar de uma reunião do Força Jovem; dia que marcou a história da vida dele. “Nesse dia eu estava disposto a me matar, mas aceitei o convite, assisti a reunião e daquele momento em diante eu determinei que não usaria mais a droga. Não foi uma decisão fácil, enfrentei muitas lutas, mas faz 5 anos que estou liberto do tóxico”, afirma.

Hoje, Francisco faz parte dos voluntários que oferecem ajuda aos dependentes e faz questão de compartilhar a mudança conquistada com todos, agradecendo também pelo apoio recebido do “Dose mais forte”.  “Antes, eu não tinha nem o que calçar, hoje, ajudo quem se encontra na mesma situação que um dia me encontrava, pois sou muito grato a Deus pelo que fizeram por mim”, agradece.

Neste ano de 2010 o grupo realizou palestras de prevenção às drogas em escolas, universidades, comunidades carentes e presídios (veja a galeria de fotos). Além disso, promoveu doações de sangue e de donativos aos necessitados. Porém, em 2011, as atividades do “Dose mais forte” continuarão a todo vapor, como explica o coordenador do grupo, em São Paulo, Erik Teixeira. "Está prevista para o início do ano uma caminhada intitulada 'Crack, tire essa pedra do seu caminho', que será realizada em todos os estados brasileiros, mobilizando milhares na luta contra o mau que tem devastado a sociedade. Convidamos a todos que se engajem nessa luta, junto conosco", convida.

O programa "Fala que eu te escuto", da Rede Record, exibiu, recentemente, uma matéria mostrando a intensidade deste trabalho, assista clicando aqui.

 

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Encontro de evangelistas em Brasília


Evangelistas do estado levam a Palavra de Deus aos necessitados

O grupo de evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus leva mensagens de esperança e fé aos necessitados que se encontram em hospitais, asilos, orfanatos, comunidades carentes, clinicas de recuperação e presídios. Esse trabalho acontece em todos os estados do País e no mundo. 

Recentemente, no Distrito Federal, no Templo Maior, localizado na EQS 212/213, área especial, ASA SUL, o pastor responsável pelo trabalho evangelístico da região, Emerson Marinho, realizou uma reunião especial para os evangelistas com orações e clamores no intuito de fortalecer espiritualmente, ainda mais, cada voluntário que se dedica ao próximo.

Durante o encontro, o pastor, enfatizou a importância do trabalho de evangelização. “O evangelista deve usar a autoridade dada por Deus para libertar seus familiares, para vencer também suas lutas, porque os problemas e dificuldades vêm com o objetivo de tirar o foco de ganhar almas”, explica. Ele disse ainda que aquela pessoa que é da fé, além de ser um valente, vai ao campo de batalha e passa a pertencer ao pelotão de frente de Jesus. “As lutas e os sentimentos não podem parar o trabalho do evangelista que é perseverante, porque ele crê que Deus se manifestará em sua vida”, ensina o pastor.

A empresária Inalda Gomes da Silva de Moraes, de 32 anos, é, hoje, participante ativa do grupo de evangelistas da Igreja Universal e procura levar a Palavra de Deus para muitas pessoas que se encontram vivendo momentos de aflição. Mas antes de chegar à Igreja, Inalda sofria muito por causa da leucemia, um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea.

Ela relata que aos 12 anos, foi abandonada pelos pais e passou a morar com uma amiga que a acolheu. Desde muito nova, começou a trabalhar para se sustentar e comprar os remédios que tomava todos os dias. O médico que a acompanhava no tratamento, conseguiu um transplante de medula para ela nos Estados Unidos, mas, uns dias antes de embarcar, uma amiga a convidou para conhecer a Igreja Universal do Reino de Deus. Inalda aceitou o convite e começou a participar das reuniões. Já na Igreja, ela voltou ao médico para realizar novos exames e, naquele momento, o Poder do Deus foi constatado: ela estava curada do câncer.

A Assessora parlamentar, Sandra Catiane Pereira do Amaral (foto ao lado), de 27 anos, também esteve presente na reunião especial dos evangelistas. Ela fez questão de relatar que, antes de conhecer o Senhor Jesus, ela sofria de síndrome do pânico e insônia.

Por causa desses problemas, ela não saia sozinha de casa, a mãe que tinha que levar e buscar na escola. “O meu problema afetava demais a minha família, que sofria junto comigo”, comenta.

Um dia, passando em frente à Igreja, ela recebeu o jornal “Folha Universal” e nele continha o depoimento de uma jovem que sofria com o mesmo problema que ela, e havia sido liberta. Foi então que ela decidiu deixar de lado os preconceitos que tinha contra à Igreja e participou de uma reunião de fé.

Hoje, a vida de Sandra é outra. Ela está liberta da síndrome do pânico, mora sozinha em Brasília, trabalha como assessora parlamentar e cursa a faculdade de Administração de Empresas. Além disso, participa do Grupo de Evangelização, levando aos necessitados a experiência dela de ter um encontro verdadeiro com Deus. “Esse trabalho serve para resgatar almas, levar a paz, o amor e certeza da cura e libertação para os que sofrem”, finaliza Sandra.

Evento pela paz reúne milhares na Europa

 
Encontro já aconteceu em Portugal, França e Alemanha

Em diversos países da Europa a Igreja Universal do Reino de Deus está promovendo ações beneficentes com o objetivo de promover a paz de espírito e o apoio aos necessitados. 

Em Portugal, na cidade de Almada, localizada próximo a capital Lisboa, mais de 2 mil pessoas se reuniram no Pavilhão da Escola Dom António da Costa,  onde puderam contar com a apresentação da peça "O Reencontro", encenada pela equipe do Força Jovem. A multidão também assistiu a concertos  de músicas brasileira, popular portuguesa e gospel. 

Antes de serem distribuídas 500 cestas básicas aos moradores da região, o pastor Otávio Bravo, responsável pelo trabalho evangelístico da cidade, falou sobre  a importância de todo o ser humano encontrar a paz interior e realizou  um forte clamor por todos os presentes. “Meu Deus, eu peço que todos saiam daqui repletos de paz e com forças para vencer as dificuldades”, orou. 

Em Alhandra, distante 30 quilômetros da capital portuguesa, o dia foi dedicado à saúde e à beleza da população. Milhares de pessoas contaram com serviços gratuitos de  medição de pressão arterial e da glicose; apoio jurídico; manicure; tratamento de pele e corte de cabelo.  Além dos serviços prestados, a comunidade também recebeu roupas e alimentos. 

Com bandeiras em punho representando o país de origem, milhares de pessoas se reuniram na capital francesa, Paris, no templo da Igreja Universal no bairro de Saint Martin para clamar a Deus pela paz. O mesmo clamor aconteceu também na Alemanha, nas cidades de Stuttgart e Frankfurt.

Paz que a comerciante portuguesa, Cassilda Matos Leal Lopes (foto ao lado) encontrou após participar das reuniões da Igreja Universal. Ela conta que sofreu durante 12 anos com depressão e por causa da doença tinha que tomar medicamentos fortes. “Eu não podia trabalhar, pois tinha que me deitar várias vezes por dia para descansar minha cabeça. Era um sofrimento diário. Eu não cuidava da casa, não queria saber dos meus filhos, eu me escondia na parte de trás da casa, chorava, gritava e pedia a morte a Deus”, lembra. 

Hoje, Cassilda não vive mais pedindo a morte, pelo contrário, ela quer viver e muito. “Estou na Igreja Universal há mais de 10 anos e, hoje, quero viver para Jesus e não tenho mais o desejo de morrer. Tenho muita paz, amor, alegria e força para ir à luta e vencer. O meu casamento está transformado, inclusive, o meu marido também frequenta a Igreja”, finaliza.

Inauguração em Gramado


Nova Catedral do Rio Grande do Sul, com capacidade para quase 700 pessoas, foi inaugurada no começo de dezembro

Gramado, o maior polo turístico do Rio Grande do Sul, agora tem a mais nova catedral da Igreja Universal do Reino de Deus, inaugurada no começo do mês de dezembro em ponto nobre da cidade, na Rua João Petry,  435, centro.

Durante a inauguração, a Igreja, que tem capacidade para 650 pessoas sentadas, ficou completamente lotada, comportando mais de mil pessoas que foram ao local agradecer a Deus pelo novo espaço e também receber orações.

O culto inaugural foi ministrado pelo pastor regional Jean Reis, que fez questão de expressar a importância desse novo templo. "Um sonho realizado para toda a comunidade da Serra Gaúcha. Agora, elas poderão buscar, aqui neste templo, uma vida de qualidade e, acima de tudo, um encontro com Deus. Eu tenho certeza que Deus estará atento para ouvir e responder a todos que clamarem", afirma. O prefeito da cidade, Nestor Tissot e o deputado estadual, Carlos Gomes, também compareceram ao encontro.

Muitos membros que participaram da reunião se disseram satisfeitos e felizes com a nova Igreja. Para a comerciante, Maria Cirlene Martins, de 48 anos, junto com o templo muitas bênçãos virão para todos os moradores da região. “Para mim esse templo será testemunha da transformação de muitas vidas, pela fé”, comenta. Essa também é a mesma expectativa da secretária, Eliana Wczlawck, de 44 anos. “O senhor Jesus está fazendo uma grande obra em nossa cidade. Com a catedral a manifestação do nosso Deus será ainda maior para o crescimento espiritual de todos”, destaca.

Crescimento espiritual e material que a família Caliari alcançou participando das reuniões da Igreja Universal. Manoela Caliari conta que vivia em um lar marcado por brigas e desentendimentos. “Nós éramos em 4 irmãos e por causa das brigas constantes, tínhamos muitas mágoas uns dos outros”, lembra.

Hoje, essas lembranças fazem parte do passado, pois, após se converterem ao Senhor Jesus, os irmãos desfrutam de muita harmonia e união. “Somos uma família de irmãos que se ama e desfruta da abundância e da alegria do Senhor. Além da vida espiritual, Deus tem honrado abundantemente a nossa vida financeira, entre outros negócios, este ano, inauguramos nosso novo comércio, com uma área de mais de 2000 metros, sendo um verdadeiro marco no turismo em Gramado, e não vamos parar por aí”, finaliza.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Olimpíada no Arizona


Centenas de jovens da IURD dos Estados Unidos participaram dos jogos com o objetivo de evangelizar

Trezentos jovens da Igreja Universal no estado do Arizona, Estados Unidos, participaram dos “Jogos Olímpicos YPG (Força Jovem do país) 2010”, que aconteceu no início do mês, no estádio esportivo North High Scool, em Phoenix. O objetivo do evento foi evangelizar através do esporte. Na abertura, o bispo José Luiz, responsável pelo trabalho evangelístico da IURD no Arizona, fez uma oração por todos os presentes e, em seguida, cantou o hino dos Estados Unidos. A equipe de cada templo da IURD foi representada por uma cor e foram entregues medalhas de bronze, prata e ouro.

Jovens de outras cidades também participaram do encontro, entre eles os da cidade de Tucson, que viajaram duas horas até a capital. O líder do grupo YPG, pastor Edmilson Cardoso, contou com o apoio de outros pastores e obreiros. Os competidores tinham entre 14 e 21 anos e disputaram nas seguintes modalidades: futebol, corridas (100m, 800m e 400m 4x100), salto em distância, cabo de guerra e corrida do saco.

Durante todo o evento houve muita animação com um DJ tocando músicas do grupo jovem, animadores de torcida e nos intervalos dos jogos eram feitos sorteios de materiais esportivos para o público que assistia às competições. Muitas pessoas não conheciam a IURD e foram convidadas a participarem de uma reunião de fé no domingo seguinte, às 10 horas.

Ao término, foi feito uma apresentação musical de encerramento dos jogos. O bispo José Luiz orou, as medalhas foram entregues e a equipe campeã deu uma volta olímpica no estádio.

Entrega total


Durante reunião em SP, bispo Edir Macedo destacou que quando a pessoa se entrega cem por cento a Deus, alcança uma vida feliz e abençoada

“O que impede Deus de agir e abençoar a todas as pessoas? Por que Ele ouve a oração de uns e de outros não? Por que tem agraciado a alguns, enquanto tantos outros têm vivido avessos à vontade Dele?”. Com estes questionamentos, o bispo Edir Macedo deu início à reunião do último domingo (12), no Templo Maior, em São Paulo, esclarecendo aos presentes que Deus não é o culpado pelo fracasso de ninguém e que o fato de a pessoa estar dentro de uma igreja não significa que será abençoada simplesmente por se autodenominar cristã. “Essa diferença existe, não por parte de Deus, mas por conta do ser humano, afinal, com Deus é assim: você recebe à medida daquilo que dá. Essa é a lei de Deus, a sua vida é o resultado do que você oferece a Ele. E eu não estou referindo-me a dinheiro, mas à vida entregue totalmente a Deus”, explicou o bispo, fazendo um comparativo do relacionamento entre o homem e Deus ao casamento.

O bispo também fez questão de ressaltar que quando há uma entrega sincera da parte do cristão, Deus se manifesta e responde aos pedidos daqueles que O buscam.“Quando amamos uma pessoa de verdade, entregamos o nosso melhor para ela, sacrificamos as nossas vontades para agradá-la. Porém, quando você deixa de sacrificar, o que acontece? Separação. Com Deus não é diferente, Ele é Deus grande e poderoso para resolver o problema de todas as pessoas, porém, Ele só age na vida daqueles que se entregam de corpo, alma e espírito, sem limites, incondicionalmente”, finalizou.

O Templo Maior de São Paulo está localizado na Avenida João Dias, 1.800, bairro de Santo Amaro, zona sul da capital paulista.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Renato Maduro

Dia 12/12/10, houve uma grande festa no céu. É que o nosso filho na fé e amigo lucrou. Lucrou porque deixou a porcaria desse mundo; lucrou porque saiu da morte para a vida; lucrou porque perseverou e alcançou a coroa da vida; lucrou porque não corre mais nenhum risco de ter seu nome riscado do Livro da Vida; lucrou porque foi fiel até ao fim.

A morte não tem poder sobre aqueles que nascem do Espírito Santo.

A vontade de Deus foi feita. A nossa, não. Graças a Deus por isso!

Aos da fé, resta o consolo:

Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. I Coríntios 15.19

Para você, Renato, digo apenas isso: O que nossos olhos não viram, nem nossos ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em nosso coração o que Deus tem preparado para os fiéis até o fim, agora, você pode ver, ouvir e participar por toda a eternidade. I Coríntios 2.9


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Força Jovem Bahia promove campanha de conscientização contra o crack

Mais de 300 jovens distribuíram cartilhas explicativas e orientaram a população a respeito das consequências negativas que a droga acarreta 

Potente e destruidor, o crack influência diretamente nas famílias e na sociedade, pois quando alguém toma a decisão de experimentar a droga está correndo o risco de se tornar um viciado compulsivo pela pedra.

Estudos revelam que a fumaça chega ao cérebro entre 8 e 12 segundos após a primeira tragada e junto com ela uma  euforia toma conta de quem usa, chegando ao fim pouco tempo depois. Mas, essa sensação que o crack proporciona ao usuário tem um preço muito alto para a saúde de quem usa. A droga passa por toda a corrente sanguínea deteriorando o corpo e tornando a pessoa dependente química. Muitos, para sustentar o vício, passam a pedir dinheiro para amigos e familiares. Outros recorrem à criminalidade e comentem furtos que os colocam em situações moralmente degradantes.

Pensando nisso, o Força Jovem Bahia promoveu, recentemente, uma grande campanha de conscientização num dos pontos turísticos mais visitados de Salvador, o Farol da Barra. Com o objetivo de alertar a sociedade sobre os perigos do crack, mais de 300 jovens se reuniram no local, onde distribuíram cartilhas educativas e conversaram com os banhistas sobre as consequências negativas da droga.

A estudante Angela Simas (foto ao lado), de 15 anos, uma das voluntárias do grupo, exaltou a importância da campanha e disse estar muito feliz em poder colaborar com a conscientização. “É uma ótima iniciativa para informar a todos os pais e jovens sobre o real perigo do crack, uma droga muito barata e que vicia de um modo arrasador, deixando quem usa de forma irreconhecível”, declarou. Já o operador de áudio e vídeo Claudio Meneses (foto ao lado), de 34 anos, acredita que se cada um fizer a sua parte, muitos jovens podem ser salvos dos vícios. “Não podemos olhar o problema e ficar de braços cruzados, pois os jovens são o futuro do nosso país”, ressaltou.

De acordo com o pastor Adriano Lopes, responsável pelo trabalho evangelístico com os jovens da Bahia, além das campanhas, o Força Jovem Brasil conta com um trabalho incessante de apoio aos dependentes químicos, chamado Dose mais forte. "Nós sabemos o mal que essa droga causa e como é difícil sair do domínio dela. Por isso, nossa equipe vai às periferias, às comunidades, convidando esses jovens que estão no vício para participarem do projeto. Uma vez participando, eles têm a chance de exercerem atividades esportivas, cursos profissionalizantes e diversos outros atrativos que visam não somente arrancar os jovens das drogas, mas também proporcionar um futuro promissor para cada um deles”, explica o pastor, após entregar uma cartilha explicativa a um banhista.

Foi depois que encontrou ajuda neste projeto que a jovem Marley de Souza,de 25 anos, teve a vida restaurada. Ela conta que com 15 anos teve o primeiro contato com a droga e se tornou uma adolescente rebelde que fazia a família sofrer muito por causa do descontrole dela. Mas, ao conhecer o projeto, decidiu dar um basta na vida de vícios e com o apoio recebido, se livrou do crack e hoje é uma pessoa totalmente diferente. “Hoje eu tenho uma vida transformada, e não sou mais motivo de vergonha para minha mãe, pelo contrário, sou motivo de orgulho, pois tanto minha família como as outras pessoas que me conheceram sob o domínio do crack, quando me veem se surpreendem com a  mudança que Jesus fez na minha vida”, finaliza
.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Entrevista

Em entrevista, bispo Macedo dá detalhes sobre a Fogueira Santa de Israel


A Igreja Universal do Reino de Deus realiza regularmente a Fogueira Santa que acontece em lugares sagrados, cenários de grandes manifestações do poder de Deus na vida do povo de Israel. Nesses locais, onde ocorreram vitórias e realizações, os maiores pedidos daqueles que se lançam nesse evento único, são levados por bispos e pastores da IURD. Como no passado, Israel alcançou as grandes maravilhas de Deus, o mesmo tem ocorrido nos dias atuais. Em entrevista publicada na Folha Universal, do último domingo (05), o bispo Edir Macedo, fala sobre o significado da Fogueira Santa.

Qual a proposta da Fogueira Santa de Israel?

A proposta da Fogueira Santa é reverter o quadro de sofrimento que as pessoas vivem, pois quem é de Deus jamais se submeterá a qualquer tipo de fracasso em sua vida. Não aceita derrotas de ordem espiritual, profissional, sentimental, familiar ou física. A fé no Senhor Jesus não combina com fracassos e a convicção em relação às Suas promessas é tão profunda que nem a própria morte é capaz de removê-la. Quem tem fé, luta para ser mais que vencedor. Se tivermos fé em Deus, tudo será possível. Como? Agindo do mesmo modo que os filhos de Israel, tendo as mesmas atitudes que eles tiveram. Desse modo, aquele que crê no Deus de Abraão, definitivamente, não aceita viver uma vida inferior à vida prometida por Ele nas Escrituras Sagradas. Essa é a proposta da Fogueira Santa de Israel. 

Para quem é a proposta da Fogueira Santa?

O sacrifício da Fogueira Santa não é para aventureiros, nem para tentar uma melhora de vida, mas para quem está disposto a sacrificar. O Senhor Jesus deu Sua vida por nós; Se quisermos conquistar a plenitude da vida que Ele nos oferece, então, da mesma forma, teremos de sacrificar a nossa vida. Moisés teve de fugir do Egito e abrigou-se em Midiã. Ao chegar à casa de Jetro, seu sogro, nada tinha a oferecer senão a si mesmo. Mas foi justamente desse “homem que não tinha nada”, fugitivo, solitário, sem eira nem beira, que Deus fez um líder, um legislador, um estadista, um profeta, um libertador e um salvador para a nação de Israel. Portanto, a proposta da Fogueira Santa é para aqueles que querem subir ao Altar e entregarem-se a si próprios junto com o sacrifício. Esses, certamente, serão abençoados.

Quando podemos dizer que sacrificamos verdadeiramente?

Podemos dizer que sacrificamos verdadeiramente quando o sacrifício dói profundamente, a ponto de nos sentirmos sozinhos, sem ninguém para partilhar a angústia que o antecede. O sacrifício legítimo faz com que passemos a viver totalmente na dependência de Deus; e apenas sacrifica inteiramente quem realmente crê nas promessas guardadas em Sua Palavra. Isso porque sacrificar significa mais do que colocar uma quantia de dinheiro no Altar; sacrificar é renunciar a si próprio para fazer a vontade do Altíssimo.

O que representa o Monte Sinai para o povo de Deus?

Deus escolheu o Sinai (foto ao lado) para servir de referência para todos os povos que acreditam que há um Deus vivo que Se preocupa com os humildes e com os desprezados! O Monte Sinai foi um sinal de Deus para o povo escravizado do passado e continua sendo um sinal de Deus para as pessoas exploradas nos dias de hoje! O Sinai representa o povo excluído, abandonado, injustiçado e ignorado pelos homens. Hoje, em relação ao povo escravo de Israel, que não conhecia o Monte de Deus, estamos em vantagem, pois temos imagens do Monte Sinai, além de farta informação sobre ele. Todos podem vê-lo em fotos ou vídeos e ele continua lá, intacto, como referencial do poder divino. Nesse mesmo local, aqueles que crêem verão as maravilhas de Deus em suas vida. E o Senhor Jesus garante que esses sinais são apenas para os que crêem!

Por que não devemos fazer qualquer sacrifício?

Na Fogueira Santa, usamos a nossa fé para chamar a atenção de Deus. Por essa razão, não pode ser oferecido ao Senhor qualquer coisa. Tem de ser algo especial que represente um sacrifício especial. Mas nem todos têm a mesma fé. Veja bem: enquanto algumas pessoas têm fé para comer carne, outras têm fé para comer legumes. Do mesmo modo, podemos dizer que a condição de um não é a mesma para todos. O pouco para um, entretanto, pode ser o muito para o outro, constituindo, assim, o verdadeiro sacrifício. Como diz a passagem bíblica: “Vindo, porém, uma viúva pobre depositou duas pequenas moedas... Em verdade, vos digo que está viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes” (Marcos 12.42,43). Dessa forma, não existe sacrifício de muito ou de pouco, existe o sacrifício de cada um. Além do que, a atitude de sacrificar ou não depende exclusivamente da fé individual.

O que fazer após participar do propósito de fé?

Manter a fé em Deus e esperar a Sua ação sem duvidar ou murmurar. Você pode ter certeza de que o milagre irá chegar. A semente foi plantada, agora é perseverar e cuidar para não perder a visão. Muitas vezes, o milagre não acontece de imediato, depende da fé de cada um. Não são poucas as pessoas que esfriam, esperam uma mágica, esquecendo- se de que Deus não é mágico.

Por que bispos e pastores do mundo inteiro sobem o Sinai?

Os bispos e pastores sobem o Sinai para clamar a Deus por respostas aos pedidos dos fiéis (foto ao lado). Ao levar o povo ao sacrifício, nós também nos sacrificamos. Expomos nossas vidas, ficamos dias fora de nossas casas, dias sem dormir, sacrificamos nossos corpos para clamar pelos necessitados. Assim, durante todos esses anos de campanhas de Fogueiras Santas, primeiramente, participamos do sacrifício com o povo e, depois, fazemos mais o sacrifício de subir o Sinai.

O ato de sacrificar garante a Salvação?

Não. Você poderá obter muitas bênçãos por meio de sacrifícios, no entanto, a salvação eterna só ocorrerá quando alguém reconhecer verdadeiramente Jesus como Senhor de sua vida. Além disso, é necessário que a pessoa persevere, lute e vigie para permanecer na graça divina. Somente àqueles que seguem o Senhor Jesus há garantias de Salvação Eterna.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Evangelização na Fundação Casa

Em São Paulo, voluntários da Igreja Universal realizam ações sociais na Fundação Casa e jovens se batizam nas águas 


O trabalho da Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa tem o objetivo de levar aos internos a Palavra de Deus que proporciona o arrependimento e possibilita uma nova vida. 

Recentemente, os voluntários visitaram a Fundação Casa da Unidade Bela Vista, localizada na zona norte de São Paulo (SP), onde distribuíram centenas de livros da biografia do bispo Edir Macedo, "O Bispo", livro que além de proporcionar um conhecimento mais amplo sobre a história do líder da Igreja Universal, também permite um envolvimento maior dos jovens com a leitura. 

Os voluntários também realizaram um amistoso de futebol para os internos se divertirem com direito a troféus e medalhas para os vencedores. 

As ações oferecidas pelo grupo se estende também para fora das prisões. No último domingo (05), o coordenador da Evangelização na Fundação Casa (SP), pastor Geraldo Vilhena, levou 8 jovens da unidade para assistirem a Reunião do Encontro com Deus, no Templo Maior de Santo Amaro, onde eles acompanharam a mensagem de fé ministrada pelo bispo Romualdo Panceiro e decidiram se batizar nas águas (foto ao lado).

O pastor Geraldo se sente realizado em fazer parte deste processo de libertação e conversão de cada jovem, pois para ele a decisão tomada pelos internos de se batizar e seguir os ensinamentos da Palavra de Deus é o início da ressocialização dos jovens. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual e, muitos deles têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor.

Em busca do sonho

Em reunião no Rio de Janeiro, bispo Macedo explica como alcançar os objetivos usando a fé


Um novo ano está chegando e é comum as pessoas fazerem uma retrospectiva do que desejaram e do que foi realizado. Sonhos não faltam para milhões de pessoas em variadas fases da vida. Seja na área profissional, sentimental, familiar entre outras. Porém, nem todos conseguem concretizá-los. Afinal, o que determina o êxito ou o fracasso?

No primeiro domingo de dezembro, o bispo Edir Macedo ministrou, no Rio de Janeiro, a Concentração de Fé e Milagres, quando falou para mais de 12 mil pessoas sobre a necessidade de o ser humano acreditar em si mesmo para que, em parceria com Deus, alcance o que almeja, realizando seus sonhos.

O bispo levou a multidão à reflexão, despertando todos para a situação que estão vivendo. “Se não acreditarmos em nós mesmos, quem acreditará? Tudo é possível para você, porque o Deus em Quem crê é o Deus do impossível. Porém, não adianta crer nEle e não crer em você mesmo”, frisou.

Nesta parceria, o bispo destacou que é preciso deixar pensamentos de emoção e tomar atitude usando a fé inteligente e racional. “Assim é a fé: quem crê vai, quem não crê fica. E não é pelo muito falar que seremos ouvidos, mas pela fé que temos.”

Ainda conforme destacou, muitas pessoas são distraídas pelo diabo e não sabem a força que possuem. “O diabo sabe da força que nós temos, porém ele quer distrair o ser humano com pensamentos de emoção: ‘Estou carregando minha cruz’, ‘Esse é meu destino’, ‘Eu não posso’ e outros pensamentos com a intenção de levar a pessoa a se conformar com a vida de derrotas que está levando. Há pessoas que sempre têm uma desculpa para justificar o inferno que estão vivendo. Deus não chamou você para continuar assim, Ele quer que tome posse daquilo que Ele criou, o que é dEle, pois tudo é dEle”, ressaltou o bispo.

E continuou: “As coisas que você deseja não vão cair do céu de bandeja nas suas mãos só porque você ora, jejua, vem à Igreja ou é bonzinho. Você tem que usar a fé inteligente, sacrificial.” 

Volta por cima

E foi desta forma que o casal Celso Henrique e Nelly Marques (foto ao lado), que chegou à IURD falido, deu a volta por cima e mudou o rumo da história. “Logo que chegamos à IURD não acreditávamos que conseguiríamos sair daquela situação difícil, com uma dívida de R$ 3 milhões e sérios problemas familiares. Mas logo que conhecemos o Senhor Jesus e aprendemos que através da fé inteligente tudo é possível, fizemos nosso sacrifício, nos lançamos na Fogueira Santa de Israel, fomos perseverantes e tudo aconteceu paulatinamente. Nunca mais deixamos de participar desta campanha de fé e as bênçãos não pararam mais, sejam de ordem familiar, financeira, enfim, em todas as áreas”, declarou Nelly.

O casal, que tinha um relacionamento atribulado, com brigas e desentendimentos, hoje tem um casamento restaurado. O filho, que era viciado, hoje é trabalhador e, com seu testemunho, ajuda outras pessoas viciadas. “Temos seis empresas, sete carros e as vendas não param”, testemunhou Celso, que também é proprietário de uma grande marmoraria.

 Familiares buscam respostas

É comum ver nas reuniões de Concentração de Fé e Milagres familiares buscando milagres por outros membros da família. São pais pedindo por filhos ou vice-versa. Idna Carla de Azevedo, 25 anos, que trabalha no setor de turismo, desde a infância frequenta a Igreja Universal. Foi levada por uma tia à Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI) em um dos templos da IURD. Ela, que é filha única, até hoje usa a fé em favor de seus pais. “Meus pais ainda não são convertidos, mas conseguem ver a Glória de Deus na minha vida. Venho todos os domingos e uso a fé inteligente. Consegui um ótimo emprego e meus pais também têm sido abençoados. Mas sei que muitas outras bênçãos seriam possíveis se eles também tivessem a mesma fé. Meu pai teve câncer na glândula parótida (maior das três glândulas salivares e localiza-se entre o ramo da mandíbula e o processo estilóide do temporal) e, através da minha fé, ficou curado. Minha mãe também teve câncer nos seios e também foi curada. Meus pais ainda conquistaram um apartamento próprio depois de 32 anos de casamento. Graças a  Deus consigo ver o resultado das minhas orações e da minha fé”, declarou Idna.

Esposa ora

O marido e filho de Elizete Azevedo da Silva, 54 anos, também têm sido o motivo das orações e do agir da sua fé. “Meu esposo, que me trouxe a primeira vez para a Igreja e hoje está afastado. Mas creio que ele irá se reconciliar o quanto antes com Deus e por isto tenho agido minha fé”, testemunhou ela.

Elizete, que participa todos os domingos da Concentração de Fé e Milagres, também esteve na reunião ministrada pelo bispo Macedo no Rio de Janeiro. “Fui renovada nesta manhã e tenho fé que em breve toda minha família virá comigo participar desta reunião”, concluiu Elizete.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vigília para jovens em Goiânia

Mais de três mil pessoas compareceram ao evento especial do Estado


Jovens de todo o Estado de Goiás se reuniram para uma vigília especial no Templo Maior, em Goiânia. Foram mais de três mil pessoas presentes na Igreja Universal do Reino de Deus. Intitulada de “Eu tenho o chamado”, a vigília contou com a presença do pastor Jean Madeira, responsável pelo trabalho do Força Jovem Brasil.

Logo no início, ele convidou todos os presentes a darem as mãos para orarem pela população do Rio de Janeiro, que está vivendo um período de confronto entre polícia e bandidos do narcotráfico. “O povo goiano trás muita paz, e o Rio de Janeiro precisa dessa paz”, disse.

Em seguida, pastor Jean orou pela libertação dos jovens e solicitou que todos repetissem a frase: “Eu tenho uma chance.” Com isso, mais de 100 jovens abraçaram a oportunidade e com muita convicção aceitaram ao Senhor Jesus. Em seguida, muitos se batizaram nas águas.

Além das orações, o evento foi animado com as apresentações das bandas Quatro por Um e Compromisso, além da cantora Roberta Gleyce. Para o pastor Álvaro Costa, atual responsável pelo trabalho do Força Jovem em Goiás, a vigília foi um marco na vida de muitos jovens que buscam a transformação de vida. “Nosso objetivo aqui em Goiás é conscientizar os jovens de que para os que estão sofrendo há uma oportunidade de ser feliz com a presença do Senhor Jesus”, afirma o pastor.

A reunião do Força Jovem Brasil acontece às quintas-feiras, às 19h30, aos sábados, às 17h e aos domingos às 13h30, no Templo Jovem, que fica na Rua 55 esquina com Avenida Goiás, em Goiânia.

Libertação  

A vendedora, Jurgleide da Luz Queiroz (foto ao lado), de 27 anos, passou por diversas dificuldades durante a juventude. Ela tinha depressão, síndrome do pânico, insônia e problemas alérgicos.

Aos 17 anos de idade foi morar com tia em Brasília, e lá, começou a participar de uma denominação religiosa, a qual permaneceu por seis anos. Jurgleide não conseguia resolver os problemas que tinha, e por várias noites acordava assustada e com medo. “Eu tinha medo de tudo, ouvia vozes e a noite acordava apavorada, pensei em suicídio por vezes”, conta.

Ela decidiu retornar para a capital goiana, e a convite da mãe aceitou o convite para irem juntas até a Igreja Universal do Reino de Deus. “Eu já assistia aos testemunhos pela TV, então percebi que ali havia um Deus vivo que me tiraria da aflição em que vivia”.

Paralela às visitas à Igreja, fazia acompanhamento com psicólogos e usava remédios controlados. Com poucos meses estando na Universal, largou o tratamento e somente fazia as campanhas de cura e os propósitos de libertação, pois entendera que o problema que a cercava era espiritual. “Tenho quatro anos de IURD e me sinto outra pessoa, pois tenho saúde, não tenho medo de nada, até o meu relacionamento com minha família mudou. A minha vida e da minha família foi transformada, e agradeço a Senhor Jesus Cristo, à Igreja Universal e em especial ao Força Jovem da Catedral, que me apoiou e me ensinou a usar a fé”, testemunha.

Vigília das Grandezas de Deus

O vídeo abaixo mostra a história de 7 mulheres que deixaram de viver uma vida financeira marcada pelas dívidas e limitações financeiras e passaram a desfrutar da prosperidade, tornando-se vitoriosas. Elas contam que não tinham mais perspectiva de crescimento até chegarem à Vigília das Grandezas de Deus e receberem as orientações e orações de fé dos 318 pastores. Veja a mudança que Deus fez na vida delas:



Se você também deseja receber a direção de Deus para sua vida financeira, participe da "Vigília das Grandezas de Deus" que acontece às 22 horas, nas catedrais de todos os estados do País. Em São Paulo (SP), no Templo Maior de Santo Amaro, localizado na Avenida João Dias, 1800, o pastor Antônio Moraes estará ministrando este encontro e determinando a prosperidade na vida de todos.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Reunião do Encontro com Deus

Durante a reunião de domingo pela manhã, bispo Guaracy Santos realizou orações pelas mães que sofrem por causa dos filhos e também pelos casais


No último domingo dia 28 de novembro, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o bispo Guaracy Santos, responsável pelo trabalho evangelístico da região, realizou a reunião do Encontro com Deus, no Templo Maior da cidade, localizado na Avenida Doutor Francisco Junqueria 1461, no bairro de Campos Elisios.

Durante o encontro, o bispo intercedeu a Deus pelas famílias e pelas mães aflitas que estão com os filhos perdidos nos maus caminhos.

Além das orações, o bispo orientou a todos acerca da fé ativa que produz resultados. “Deus acolhe os débios e os fracos, mas Deus só trabalha com os fortes. E os fortes reagem, levantam a cabeça e vão para uma prova com Deus, um desafio, ou tudo ou nada. E tudo que Deus quer é manifestar-se em sua vida", ressaltou.

Em seguida, diante do altar, muitos casais que estavam brigados se reconciliaram e buscaram em Deus a benção no matrimônio.

Para finalizar o encontro, o empresário, Elias Aramiz Haddad, fez questão de relatar aos presentes a mudança que Deus fez na vida dele, após ele participar das reuniões na Igreja Universal. Ele contou que estava cercado por dívidas e não tinha dinheiro nem para comprar o enxoval do bebê recém nascido.

Recebendo as orientações e orações de fé,  ele participou da campanha Fogueira Santa de Israel, e  após enviar os pedidos à Terra Santa, a vida dele mudou da água para o vinho. Hoje ele é um grande empresário no ramo de roupas jeans com um patrimônio avaliado em 20 milhões de reais. “Tudo que tenho hoje é graças a minha atitude de fé na Fogueira Santa”, finalizou.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Tratamento do coração

Participe da Terapia do Amor, neste sábado, e encontre a direção divina para a sua vida sentimental


Em Belo Horizonte (MG), no último sábado (27), centenas de pessoas compareceram à Terapia do Amor, no Templo Maior localizado na Avenida Olegário Maciel, 1329 no bairro Lourdes em busca da realização sentimental.

O Terapeuta do Amor, Luciano Alves, deu início à reunião fazendo a oração forte da quebra da maldição da vida sentimental em favor de todos os participantes. Em seguida, baseado no livro de Ezequiel capítulo 12, ele explicou que aquele que ouve a palavra de Deus e pratica alcança a vitória. “O que Deus prometeu Ele tem condições e capacidades de cumprir, não na vida de todos, mas na vida daqueles que estão dispostos a pagar o preço”, ressaltou.

O pastor aproveitou para alertar ao povo sobre os dois tipos de pessoas existentes dentro da Igreja: o conformado e o revoltado. “O conformado é a pessoa que já sofreu tantas decepções e traições que é difícil ela acreditar em uma mudança e se torna uma pessoa desmotivada, fica sem atitudes. Já a pessoa revoltada toma atitudes, porque ela tem o fogo de Deus dentro dela”, concluiu.

Atitude que a dona de casa Claudia Fabiane Raulino (foto ao lado), de 27 anos, tomou para por um fim ao sofrimento. Ela conta que o primeiro casamento era de aparências. Foi traída pelo marido, que bebia muito, e a vida conjugal se resumia em brigas sem fim. Ela não dormia, chorava muito e era uma pessoa agressiva. “Meu filho se parecia com o meu marido. Por isso, acabei deixando ele com a minha mãe para não chegar ao ponto de agredir meu próprio filho”, relembra.

Fabiane estava totalmente sem perspectiva de vida, mas com o tempo foi entendendo que para encontrar a felicidade primeiro tinha que buscar a Deus, conhecê-Lo. E foi o que aconteceu. Desde então, sua vida nunca mais foi a mesma. Cláudia mudou em todos os sentidos, especialmente na vida amorosa. Conheceu o atual esposo em uma das reuniões da Igreja. Hoje, ambos são obreiros da IURD, tiveram um filho e conquistaram uma vida completa e feliz.

Se para você a felicidade parece cada vez mais distante, dê uma chance para Deus mudar a sua vida. Ele pode e quer te dar a felicidade plena. Participe da Terapia do Amor que acontece aos sábados, as 15 e 19 horas, em todas as catedrais da Igreja Universal do Reino de Deus.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Evangelização no Japão

No Japão, milhares de pessoas têm buscado ao Senhor Jesus e alcançado a felicidade plena


A Igreja Universal do Reino de Deus chegou ao Japão em 1995 e mesmo enfrentando as dificuldades do idioma, os embargos governamentais e as diferenças culturais, se estabeleceu na região determinada a anunciar o Evangelho a toda criatura. Desde então, membros e pastores da Igreja têm conquistado pouco a pouco o coração da população por meio das mensagens de fé e testemunhos, que são anunciados nos 16 templos espalhados nas províncias de Mie-ken, Shiga, Gifu e Hamamatsu.

Por meio das reuniões na Igreja e dos meios de comunicação, o responsável evangelístico do país, pastor Valdir Souza, estimula a fé sobrenatural dos japoneses e moradores da "Terra do sol nascente" com a finalidade de levá-los a ter uma vida de qualidade. "Deus quer revelar a Sua grandeza ao Seu povo, mas Ele tem dificuldade de encontrar pessoas para fazer com Ele esta parceria, esta sociedade aqui na terra. Quando Ele encontra pessoas assim, Ele tem prazer de Se manifestar, como vemos nos heróis da fé, muitos deles eram pequenos e humilhados, a exemplo de Moisés, Gideão, Davi, porém, eram homens revoltados, queriam ver a materialização da grandeza de Deus", ensina.

 Transformação de Vida

Luciana Iwamoto (foto ao lado), é uma das pessoas que ouviu a Palavra de Deus, creu e foi abençoada. Ela conta que chegou à Igreja Universal com a vida destruída e marcada pelo sofrimento. “Desde pequena eu acompanhava as brigas constantes entre meus pais, me sentia triste e tentei o suicídio com apenas 12 anos. Tomava remédios diariamente para anemia, era muito nervosa e buscava refúgio na bebida e no cigarro”, lembra

Quando se casou, os problemas aumentaram, pois as brigas entre o casal eram tão intensas que eles chegaram a ficar seis meses sem se falar. “Mesmo vivendo no mesmo teto, não havia diálogo”, conta.

A mudança aconteceu quando Luciana aprendeu a usar a fé. “Comecei a participar das reuniões e aprendi a como usar a minha fé, através das orações e orientações, minha vida começou a mudar. Hoje, posso dizer que encontrei a verdadeira felicidade”, afirma.

Para a jovem, Liliane Akamine de Souza, a transformação que precisava que Deus fizésse era dentro do coração dela. Ela revela que, desde criança, presenciava as brigas entre os pais. Em busca de solução, o pai de Liliane procurou ajuda nos encostos, decisão que só fez com que eles perdessem tudo o que haviam conquistado. “Tornei-me uma garota rebelde, me envolvi com más companhias e vícios. Era insegura e apesar de ter muitos amigos me sentia sozinha”, conta.

Assim ela chegou à Igreja, estava com depressão e já havia tentado o suicídio por duas vezes. Participando das reuniões, Liliane afirma que aprendeu a usar a fé e superar todos os problemas: “Hoje tenho paz, venci os vícios e estou curada.”.

Desanimo não faz parte mais da vida de Toshio Tachibana (foto ao lado). Ele era uma pessoa triste, procurava nas amizades uma forma de ser feliz, mas só se decepcionava. “Eu também tinha muitas dores de cabeça, cheguei a passar em vários médicos, mas nenhum conseguiu diagnosticar o que eu tinha”, lembra.

Um dia, foi convidado para participar das reuniões na Igreja Universal, onde aprendeu a não aceitar os problemas. “Hoje estou curado das dores, tenho alegria de viver. Eu encontrei em Deus forças e coragem para vencer”, explica Toshio.

Já Miyuki Nono viveu por 10 anos tentando engravidar sem sucesso, até chegar à Igreja Universal e conseguir realizar o grande sonho. “Realizei um sonho que para mim era impossível, aos 41 anos de idade depois de 10 anos tentando engravidar sem sucesso, Deus me abençoou com uma gravidez inesperada. Hoje, sei que para Deus nada é impossível e que Ele sabe exatamente o que precisamos”, finaliza.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O mal causa guerras

No Rio de Janeiro , orações foram realizadas pelo fim da violência


A cidade do Rio de Janeiro (RJ) vivia momentos de tensão quando as Polícias Militar, Civil, Federal e as Forças Armadas decidiram invadir o Complexo do Alemão em resposta a uma onda de ataques orquestrada pelos bandidos, que já durava mais de cinco dias. Enquanto isso, na Catedral Mundial da Fé do Rio de Janeiro, o bispo Darlan Ávila, responsável pelo trabalho evangelístico no estado, e todos os presentes oravam pelo fim da violência. “Não é só projeto social e político que vai mudar essa situação. É o mal que quer essa guerra na cidade e só a fé pode mudar isso, pois quando alguém entrega a vida para Jesus o maligno sai e ela se torna uma pessoa de Deus”, disse o bispo.

Ele orou pelos que possuem parentes envolvidos com o crime, a fim de que o Senhor repreenda todo o mal para que a vida dessas pessoas seja resgatada. “O maligno quer você escravizado, então, ele coloca problemas na sua vida para que você viva em guerra na família, na vida econômica, sentimental, e na saúde. É a violência, o seu filho perdido. Deus sabe o que você está passando e Ele quer te dar a vitória, mas é preciso dedicar toda a sua força para vencer”, ensinou o bispo. 

A jovem, Cristiane Santos (foto ao lado de vestido xadrez), de 27 anos, viveu em meio à violência citada pelo bispo. Ela conta que aos 16 anos foi a uma festa em um morro do Rio de Janeiro, a convite de uma amiga e, quando lá chegou, foi surpreendida pelo traficante, chefe do tráfico no morro, que se apaixonou por ela. “Ele gostou de mim e não permitiu que eu saísse mais de lá. Por um ano vivi trancada em uma casa na favela, vigiada pelos bandidos que faziam a segurança dele”, lembra. 

Sob ameaças, Cristiane não tinha outra saída a não ser obedecê-lo, foi quando ficou conhecida por todos na comunidade como a mulher do dono da favela. “Eu tinha sob o meu comando o tráfico inteiro daquela região”, relata.

Um dia, ela conseguiu ir até uma Igreja Universal do Reino de Deus, onde foi orientada pelo pastor a buscar em Deus o socorro. Escoltada pelos traficantes, Cristiane voltou para casa determinada a fugir. “Eu consegui escapar. Passei no meio de diversos bandidos armados, sem ser vista e voltei para a casa dos meus pais”, conta. 

Mesmo diante da dolorosa experiência, Cristiane, já livre, não queria manter um compromisso sério com Deus e passou a viver uma vida de prostituição; vida que só trouxe mais sofrimento para ela. “Por causa desse modo desregrado, cheguei a levar um tiro na perna e contribuí com a morte de muitos homens, pois todos que se deitavam comigo acabavam morrendo”, afirma.

Cansada de tanto sofrimento, Cristiane se lembrou das palavras de fé proferidas na Igreja e decidiu se converter ao Senhor Jesus de todo o coração; decisão que mudou por completo a vida dela. “Depois que eu retornei à Igreja Universal, fui muito bem recebida, pois cuidaram de mim e fizeram com que eu me sentisse valorizada, amada e acolhida. Hoje, sou feliz e tenho a minha vida completamente diante de Deus. Sou uma jovem realizada, tenho em primeiro lugar o selo do Espírito Santo e faço parte do Força Jovem Brasil do Rio de Janeiro. Hoje, tenho amigos de verdade. Além disso, tenho alegria em fazer parte dessa Obra e sinto uma enorme satisfação de  compartilhar com todos o meu testemunho de vida”, finaliza.

Evangelização na Paraíba

Evangelistas do estado levam a salvação aos perdidos

O grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus leva a Palavra de salvação e esperança aos necessitados que se encontram em asilos, hospitais, presídios e em comunidades carentes. Esse trabalho acontece em todos os estados do País e no mundo.

Em João Pessoa, na Paraíba, não é diferente. Para fortalecer espiritualmente, ainda mais, cada voluntário que se dedica ao próximo, recentemente, foi realizada uma cerimônia de consagração, no templo Maior na Av. Presidente Epitácio Pessoa, 2000, bairro Expedicionários, onde os obreiros receberam a unção com o óleo santo sobre eles, representando o derramamento de uma porção maior do Espírito Santo para ganharem almas.

O funcionário público federal, Geraldo Paiva Figueiredo (foto ao lado), de 51 anos, foi um dos obreiros que recebeu a unção divina. Ele, hoje, é um voluntário ativo no grupo e procura levar a Palavra de Deus para muitas pessoas que se encontram vivendo momentos de aflição, mas nem sempre foi assim. Ele explica que a esposa dele sofria de hérnia de disco e já havia feito vários tratamentos sem sucesso.

Ao ouvir falar que existia um Deus que cura, Geraldo decidiu levá-la até a Igreja Universal. “Neste mesmo dia, quando saímos da reunião, ela já estava totalmente curada. Hoje, estamos firmes na presença de Deus e nos empenhamos em levar a salvação para quem se encontra em uma situação difícil”, declara.

Bazar beneficente

Além do cuidado com os voluntários, a Igreja também desenvolve um trabalho que auxilia a formação cristã e moral das crianças que frequentam os templos em todo o mundo, oferecendo aos filhos e visitantes o apoio de educadores da Escola Bíblica Infanto- Juvenil (EBI).

Na capital paraibana, a EBI conta com salas específicas para acolher os pequeninos, que aprendem, de forma didática, como manter o temor a Deus e o respeito aos pais. 

Recentemente, no templo Maior da cidade, as educadoras realizaram um bazar beneficente que ofereceu aos participantes tendas de comidas típicas de cada região do Brasil, artesanatos, roupas, e diversão para as crianças, que brincaram no pula-pula, tobogã e touro mecânico. 

Presídio

Desde 1998, a Igreja Universal do estado desenvolve um trabalho de evangelização nas unidades prisionais masculinas e femininas (foto ao lado). Durante este período, muitos internos se entregaram ao Senhor Jesus e se batizaram nas águas enquanto ainda estavam presos. E muitos daqueles que se converteram na prisão, ao saírem passaram a ter um convívio social exemplar.

José Francisco dos Santos, de 41 anos, é um exemplo dessa ressocialização. Ele está preso, mas se considera uma pessoa livre espiritualmente. “Há três anos eu era viciado em maconha, crack, cigarros e bebidas. Mas, dentro da prisão tenho ouvido as mensagens de Deus através da Bíblia e das publicações da Igreja Universal. Hoje, graças a essas mensagens e testemunhos sou um preso nas grades, mas, um homem de alma livre e salva para honra e glória do Senhor Jesus”, declarou.
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