Centenas de afastados comparecem ao Cenáculo Maior de Alagoas
Da redação / Com informações de Cássia Duarte / IURD-AL
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Como um filho que ficou distante do pai, como o marido que se ausentou da família, como alguém que ficou sem teto e sem carinho, e principalmente, sem alegria. Foi assim que muitas pessoas exemplificaram o que sentiram ao longo dos dias, meses e anos distantes da presença de Deus.
“Impossível não sofrer, eu sou mãe, não consigo ficar longe dos meus filhos, mas eu estive longe do meu Pai, e não conseguia forças para voltar. Ninguém sabe o que eu sofri”. Assim desabafou Anderléia Pereira Lima, de 24 anos.
Mas o retorno a Casa do Pai mudou os paradigmas daqueles que já não se sentiam a vontade ou bem aceito nas reuniões da Igreja Universal do Reino de Deus. Um dia, por algum motivo elas se enfraqueceram, perderam o ânimo de ir à igreja, pensaram que tudo continuaria muito bem, mas quando se deram conta já não tinham forças para voltar. Uma situação que todos os cristãos enfrentam, porém poucos resistem a ela.
O tempo passou e, com ele, os problemas foram se avolumando. O casamento já não estava dando certo, havia brigas constantes, a crise financeira não dava trégua, e o pior, em cada um existia um vazio inexplicável. Quando eles chegaram à igreja, no último domingo (25), estavam entristecidos, desacreditados e pensando até que não seriam aceitos.
Esses três não foram casos isolados. A reunião do reencontro recebeu centenas de pessoas. “As portas da Igreja Universal estarão sempre abertas para receber quem se extraviou”, enfatizou o bispo Carlos Alberto, responsável pelo trabalho da IURD no estado.
Durante o encontro, o bispo fez um forte clamor aos que decidiram voltar e, de joelhos, determinou que o Espírito Santo fosse derramado sobre todos.
A reunião também foi marcada pelo momento de renovar ou fazer com o Senhor Jesus uma aliança, por meio da Santa Ceia. Para o Francisco, a Anderléia, o André e todos os que retornaram, não foi uma reunião normal, mas uma festa, onde a alegria era real e contagiante.
“Eu sinto que Deus me acolheu e que estou voltando para o lugar de onde nunca deveria ter saído. Agora, posso ir para o meu lar, pois novamente sinto alegria”, salientou Francisco Edvaldo, no final da reunião abraçado com a esposa, que diz concordar com o marido.
Fonte: arcauniversal
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